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Durante a 15ª Semana de Integração Acadêmica da UFRJ, a SIAC, será abordado o tema “Prevenir é Melhor que Remediar”, por meio de uma oficina educativa e interativa que integra ensino, pesquisa e extensão.

A atividade é desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas e Parasitárias e conta com a participação dos autores Fabio Correia Malta, Anna Carla Pinto Castineiras, Paloma Dias, Mariana Munhoz Rodrigues e Lara Cardoso FliessArezes, sob a orientação de Maria Angélica ArponMarandino Guimarães.

A proposta apresenta uma abordagem extensionista voltada à promoção da saúde e à conscientização da comunidade sobre a prevenção das doenças infecciosas. Por meio da integração entre universidade e sociedade, a atividade busca aproximar o conhecimento científico do público e contribuir para a disseminação de práticas preventivas no cotidiano.

As doenças infecciosas representam um importante desafio para a saúde pública, especialmente diante da elevada mobilidade populacional, da emergência e reemergência de agentes infecciosos e da persistência de doenças que podem ser prevenidas. Nesse contexto, as ações de educação em saúde são fundamentais para estimular o autocuidado, reduzir fatores de risco e promover medidas capazes de prevenir doenças transmissíveis.

A oficina tem como objetivo conscientizar estudantes do ensino médio e da graduação sobre os mecanismos de transmissão das doenças infecciosas, seus fatores de risco e as principais medidas de prevenção. A proposta busca promover uma experiência participativa e acessível, utilizando diferentes recursos para estimular o aprendizado e a reflexão.

Com duração prevista entre 30 e 45 minutos, seguida de um período de 5 a 10 minutos para discussão, a atividade contará com diferentes momentos de interação. Inicialmente, os participantes responderão a um quiz na plataforma Kahoot!, acessado por QR Code, com o objetivo de identificar conhecimentos prévios sobre temas relacionados à segurança alimentar, à transmissão de infecções por contato com mucosas, pele e secreções respiratórias e à importância da higiene das mãos.

Em seguida, serão apresentados conteúdos técnico-científicos com o apoio de recursos audiovisuais, abordando os mecanismos de transmissão das doenças infecciosas, os fatores de risco e as principais medidas preventivas.

Como parte da experiência prática, a programação inclui uma atividade sobre a higienização das mãos, utilizando creme fluorescente e luz ultravioleta. A demonstração permitirá evidenciar a importância da correta realização desse procedimento, seguida da apresentação da técnica de higienização recomendada pela Organização Mundial da Saúde.

Por meio dessa atividade de extensão, espera-se ampliar o conhecimento dos participantes sobre a prevenção das doenças infecciosas, incentivar a adoção de práticas seguras no cotidiano e fortalecer a interação entre a universidade e a comunidade.

A atividade “Prevenir é Melhor que Remediar” reforça, assim, a integração entre ensino, pesquisa e extensão, evidenciando o papel da universidade na disseminação do conhecimento científico e na promoção da saúde coletiva. Por meio de uma abordagem participativa, a proposta busca contribuir para a formação de multiplicadores de práticas preventivas e ampliar o alcance do conhecimento produzido no ambiente acadêmico.

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